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O PRAZER DE PEDALAR |
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Depoimentos |



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Tel: 55-21-8828-2694 / 8828-3225 Skype: zohrer E-mail: vendaszohrer@gmail.com |




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EDUARDO PELEGRINI – Triatleta |
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Pedro, |
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DANIEL - Músico |
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Fizemos um pedal muito legal de Vassouras até Sta Rita de Jacutinga (150Km en 3 dias), foi tudo muito legal pelo visual do passeio e pelos parceiros de pedal. Foi a minha primeira viagem com a EXD e de cara logo teve a prova de fogo como estrada de chão, descidas e subidas bem arrojadas que fizemos com bastante tranqüilidade. Em alguns momentos de descida era tão íngrime que as MTB ficaran receosas, mas nós 3 (eu, Inglid e Pinnola) de EXD passamos muito bem. Gostaria de dizer que estou muito satisfeito com a bicicleta, ela responde muito bem ao off road, a bagagem fica muito bem colocada em baixo do banco e cabe coisa pra caramba (inclusive barracas e etc.). Logicamente não é uma MTB ou DH, mas funciona muito bem. Apenas trocando o pneu traseiro para stock (geralmente uso slick), fiz o trajeto praticamente sem derrapar em nada, (não atropelei nenhum frango na gíria ciclística) apesar dos cascalhos e subidas e descidas bem íngremes. No terceiro dia, usei apenas um dos alforjes, isso porque estávamos hospedados num hotel e saímos para dar umas voltas nas fazendas da região, e mesmo com apenas um alforje de um lado, a bicicleta não desequilibra em nada. Credito que esses avanços se devem ao excelente projeto do Pedro, de distribuição de peso e dirigibilidade. |
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LUCIANA PAIVA – Cientista da Informação |
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A primeira vez que vi uma bicicleta Zöhrer, juro, achei estranha, mas ao mesmo tempo me foi despertada uma certa curiosidade. Eu estava dentro de um ônibus passando pelo Aterro do Flamengo quando a avistei e essa imagem nunca saiu da minha cabeça. Passou um tempo e nunca mais vi uma bicicleta desse tipo. Até que um belo dia (belo dia mesmo!) eu tive a oportunidade de experimentá-la. Pedro me orientou a andar num pedaço onde não passava muita gente, caso caísse não me sentiria tão envergonhada. Segurei nela e pensei que teria alguma dificuldade em andar por ela ser diferente. Ledo engano, peguei na bicicleta Zöhrer e fui andando, claro que no começo eu tremi um pouco, mas depois parecia que eu tinha anos de intimidade com ela. Para mim, que sempre fiquei cansada ao utilizar as bicicletas convencionais até em pequenas distâncias, nesse meu primeiro dia de contato com a Zöhrer, fui da Glória até o Arpoador, indo e voltando. |
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ANDRÉ PINNOLA - Fotógrafo |
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Tive a oportunidade de pedalar em diferentes reclinadas Zöhrer do Pedro por várias semanas, fazendo diferentes testes na cidade e no campo. Para um ciclista mediano, que busca desempenho e conforto total, além de muita segurança, as Zöhrers são perfeitas. Para atingir alto desempenho, subir ladeiras íngremes no asfalto ou na terra, também não há mistério. Basta treinar como se treinaria em qualquer bicicleta. Especialmente em estradas de terra, gostei de estar de Zöhrer, pois conseguia fazer coisas que não tinha habilidade para fazer de MTB, como descer ladeiras em alta velocidade e passar em atoleiros cheios de lama e água. Isso se deve ao baixo centro de gravidade das Zöhrers, especialmente da 20x20 que testei no barro. É quase impossível cair delas, mesmo com areia e pedras na estrada, ou mesmo quando atropelei em cheio um frango a uns 30 Km/h. Derrapar na terra é facilmente corrigível com os pés. No asfalto, a segurança também é enorme, pois é quase impossível derrapar. O trânsito se torna lento para uma Zöhrer na maioria das ruas, andando na faixa da direita. E o conforto, sem dúvida, será sempre seu grande diferencial. Se elas fossem tão lentas e inseguras quanto uma MTB andando de pneus de terra no asfalto, eu ainda optaria pela Zöhrer por causa daqueles bancos ergonômicos que dão conforto enorme em longas distâncias. Mas elas não são. São rápidas e muito, mas muito seguras mesmo. Use capacete, mas na Zöhrer é bem provável que você nunca precise dele. |
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DEREK FLINTE KIRCHNER - Economista |
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A bicicleta Zöhrer é a bicicleta reclinada pioneira no Brasil. Eu tive o prazer de estar junto com Pedro, meu amigo pessoal, desde os primórdios de seu desenvolvimento. Lembro que a fabricação de um quadro de HPV era uma novidade para nós e que os drive tests eram uma verdadeira aventura. |
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RENATO BRASIL - Arquiteto |
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SILVIA RODRIGUES - Designer gráfica |
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Quando o Pedro saía para mostrar as bicicletas para alguém, eu era um dos seus grandes trunfos: mulher, gordinha (argh!!), típica intelectual de óculos e que nunca tinha andado de bicicleta antes (só não era o estereótipo da nerd feminina por não ser feiosa). Não é preciso ser macho, nem atlético, nem esportivo e sequer já saber andar de bicicleta antes, para experimentar as maravilhas de andar em uma bicicleta reclinada. Durante o ano de 1999 eu me tornei novamente a prova viva de que uma bicicleta reclinada é algo muito saudável. Mesmo com duas hérnias de disco (é nisso que dá trabalhar 10 horas por dia sentada, na frente do computador), pude continuar a andar de bicicleta, algo impossível em uma bicicleta convencional. |
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JOÃO ELIAS TOLEDO – Empresário |
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Foi numa manhã de domingo em 1995 que vi pela primeira vez uma bike reclinada. Passou rápido mas foi o suficiente para, naquela época, causar espanto, curiosidade e buscar informações. Saiu uma reportagem no Fantástico e outra na Revista de Domingo, no Jornal de Brasil. Aí consegui chegar até ao Pedro e comprar minha primeira reclinada: uma Under Control que tenho até hoje (não vendo, não troco e não dou). Já foi pintada duas vezes, coloquei suspensão dianteira, banco longo com apoio de cabeça e baú de moto (muito útil para bebidas geladas ou para roupas e ventilador quando em viagem). A bike é extremamente confortável e tem vários itens de segurança (luzes, refletivos e bandeira). Meu filho, Rodrigo, aos 15 anos interessou-se pelas bikes e fez sua primeira pedalada com o grupo, ficando mordido pela “mosca azul” das reclinadas. Primeiro teve uma Speed Light, que foi trocada por uma Option e agora tem uma EXD, da qual é grande entusiasta. Já participou de Audax e gosta de sair para percursos longos e com velocidade média alta. Também comprei uma EXD, da qual gosto muito, acho veloz e boa de subidas. A única crítica é que tendo duas excelentes bikes, agora tenho que me dividir para usá-las alternadamente, mas... isso não chega a ser um problema, pois com qualquer das duas estou sempre muito bem montado. |