O PRAZER DE PEDALAR

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Depoimentos

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Silvia

EDUARDO PELEGRINI – Triatleta

Pedro,
Parabéns!
A nova EXD superou todas as minhas expectativas. Bom desempenho; maior velocidade; excelente dirigibilidade; mais confortável; mais leve, visual bonito e elegante. Nota Dez mil!!!

DANIEL - Músico

Fizemos um pedal muito legal de Vassouras até Sta Rita de Jacutinga (150Km en 3 dias), foi tudo muito legal pelo visual do passeio e pelos parceiros de pedal.  Foi a minha primeira viagem com a EXD e de cara logo teve a prova de fogo como estrada de chão, descidas e subidas bem arrojadas que fizemos com bastante tranqüilidade.  Em alguns momentos de descida era tão íngrime que as MTB ficaran receosas, mas nós 3 (eu, Inglid e Pinnola) de EXD passamos muito bem.  Gostaria de dizer que estou muito satisfeito com a bicicleta, ela responde muito bem ao off road, a bagagem fica muito bem colocada em baixo do banco e cabe coisa pra caramba (inclusive barracas e etc.).  Logicamente não é uma MTB ou DH, mas funciona muito bem.  Apenas trocando o pneu traseiro para stock (geralmente uso slick), fiz o trajeto praticamente sem derrapar em nada, (não atropelei nenhum frango na gíria ciclística) apesar dos cascalhos e subidas e descidas bem íngremes.  No terceiro dia, usei apenas um dos alforjes, isso porque estávamos hospedados num hotel e saímos para dar umas voltas nas fazendas da região, e mesmo com apenas um  alforje de um lado, a bicicleta não desequilibra em nada.  Credito que esses avanços se devem ao excelente projeto do Pedro, de distribuição de peso e dirigibilidade.

LUCIANA PAIVA – Cientista da Informação

 

A primeira vez que vi uma bicicleta Zöhrer, juro, achei estranha, mas ao mesmo tempo me foi despertada uma certa curiosidade. Eu estava dentro de um ônibus passando pelo Aterro do Flamengo quando a avistei e essa imagem nunca saiu da minha cabeça. Passou um tempo e nunca mais vi uma bicicleta desse tipo. Até que um belo dia (belo dia mesmo!) eu tive a oportunidade de experimentá-la. Pedro me orientou a andar num pedaço onde não passava muita gente, caso caísse não me sentiria tão envergonhada. Segurei nela e pensei que teria alguma dificuldade em andar por ela ser diferente. Ledo engano, peguei na bicicleta Zöhrer e fui andando, claro que no começo eu tremi um pouco, mas depois parecia que eu tinha anos de intimidade com ela. Para mim, que sempre fiquei cansada ao utilizar as bicicletas convencionais até em pequenas distâncias, nesse meu primeiro dia de contato com a Zöhrer, fui da Glória até o Arpoador, indo e voltando.
Para quem está acostumado, talvez essa distância seja pequena, mas para mim que em percursos bem menores nas bicicletas comuns ficava exausta, foi uma maravilhosa e emocionante descoberta. E minha admiração e surpresa só foi crescendo, quando
ainda sem muita experiência com a Zöhrer, fui de Guapimirim até Cachoeira de Macacu, indo e voltando, fazendo mais ou menos 70 Km, sem dores nas costas, no bumbum ou em qualquer outra parte do corpo. Estava pronta para ir de novo!! Me senti tão bem e descobri que se antes eu me sentia limitada em percorrer longas distâncias, era porque não utilizava o método mais correto. O conforto em andar numa bicicleta Zöhrer é algo tão indescritível, que qualquer elogio é pouco para descrever as maravilhas que ela traz. Você fica tão confiante que quer ir mais longe, percorrer lugares cada vez mais distantes, superar cada vez mais seus limites. Não posso esquecer de dizer que fiz muitas amizades e é muito legal sair em grupo. Ando com o pessoal quase toda semana. Se uma bicicleta por si só já chama atenção, quando são várias não há quem não ache um verdadeiro espetáculo!! As reações são muito boas. Quem gosta de valorizar o que traz benefícios a saúde, vai querer experimentar, pois é juntar o útil ao agradável, saúde/lazer. E quem já experimentou, não vai querer outra coisa.

ANDRÉ PINNOLA - Fotógrafo

 

Tive a oportunidade de pedalar em diferentes reclinadas Zöhrer do Pedro por várias semanas, fazendo diferentes testes na cidade e no campo. Para um ciclista mediano, que busca desempenho e conforto total, além de muita segurança, as Zöhrers são perfeitas. Para atingir alto desempenho, subir ladeiras íngremes no asfalto ou na terra, também não há mistério. Basta treinar como se treinaria em qualquer bicicleta. Especialmente em estradas de terra, gostei de estar de Zöhrer, pois conseguia fazer coisas que não tinha habilidade para fazer de MTB, como descer ladeiras em alta velocidade e passar em atoleiros cheios de lama e água. Isso se deve ao baixo centro de gravidade das Zöhrers, especialmente da 20x20 que testei no barro. É quase impossível cair delas, mesmo com areia e pedras na estrada, ou mesmo quando atropelei em cheio um frango a uns 30 Km/h. Derrapar na terra é facilmente corrigível com os pés. No asfalto, a segurança também é enorme, pois é quase impossível derrapar. O trânsito se torna lento para uma Zöhrer na maioria das ruas, andando na faixa da direita. E o conforto, sem dúvida, será sempre seu grande diferencial. Se elas fossem tão lentas e inseguras quanto uma MTB andando de pneus de terra no asfalto, eu ainda optaria pela Zöhrer por causa daqueles bancos ergonômicos que dão conforto enorme em longas distâncias. Mas elas não são. São rápidas e muito, mas muito seguras mesmo. Use capacete, mas na Zöhrer é bem provável que você nunca precise dele.

DEREK FLINTE KIRCHNER - Economista

Derek Flinte

A bicicleta Zöhrer é a bicicleta reclinada pioneira no Brasil. Eu tive o prazer de estar junto com Pedro, meu amigo pessoal, desde os primórdios de seu desenvolvimento. Lembro que a fabricação de um quadro de HPV era uma novidade para nós e que os drive tests eram uma verdadeira aventura.
Algum tempo se passou até que se chegasse a um modelo ideal, que foi batizado de Under Control. Mas o Pedro não descansava e na sua mente sempre havia um pequeno ajuste a ser feito ou algum modelo novo a ser inventado. Assim surgiu a Under Control Dupla e
a seguir a Chopper. Com tanta variedade, pensei que finalmente o Pedro ia parar de inventar novos modelos, quando ele me aparece com o mais recente modelo de todos, batizado de EXD. Fiquei bastante impressionado com este novo modelo, pois é um modelo que se demonstrou bastante ágil e versátil.   Depois de décadas banidas pelas competições oficial e esquecidas no submundo das bicicletas, as reclinadas começaram a despertar de novo o interesse da mídia e dos ciclistas em geral pela suas características, como conforto, segurança e velocidade. Prova disto são as constantes reportagens e anúncios nas principais revistas de ciclismo do mundo, indicando claramente que o reinado das mountain bikes não vai durar para sempre.
Eu não possuo nenhuma bola de cristal, mas acredito que num futuro muito próximo, as bicicletas reclinadas estarão cada vez mais presente nas ruas e ciclovias do Brasil e do mundo.

RENATO BRASIL - Arquiteto

Renato Brasil1Admito, sou extravagante; e quando ouvi meu irmão falar no seu projeto final de Desenho Industrial fiquei muito curioso e intrigado: "uma bicicleta reclinada ???"
Quando a vi pela primeira vez já conhecia suas inúmeras vantagens e sua ergonomia, só faltava confirmar o conforto; mas nem pensei nisso, tentei alcançar o Pedro naquele passeio de quartas à noite na minha Montain Bike usada e o que consegui foi uma taquicardia, além de ficar para trás na mais absoluta admiração e espanto pela facilidade de aceleração e velocidade daquela coisa alienígena, que vários velocistas e alguns semi-profissionais tentavam acompanhar em linda
formação de fila indiana na qual tentavam pegar um vácuo das costas de Pedro que não lhes era útil pois era muito baixo. Não preciso dizer que todos ficavam para trás ou atrás, nunca na frente.  Foi neste mesmo passeio que a pedalei pela primeira vez, e em apenas 5 minutos já aprendera a pilotá-la, só precisava de mais prática; porém, naquela noite, conscientemente tomei uma decisão definitiva: nunca mais voltaria a andar numa bicicleta convencional; pois não importa quanta tecnologia se aplique a ela (a convencional) sempre será um "dinossauro".
Juro que é a mesma coisa que comparar um
Fusca a um Lamborghini; mas há aquelas pessoas que acham que por já terem dirigido um carro já dirigiram "todos", pobres ignorantes. Mas é fato, quantas vezes já escutei as pessoas na rua falando para mim : "Que coisa desconfortável !!!!" (Obs.: Estes nunca experimentaram a bicicleta); Somente analisando a história desta máquina e vendo os interesses comerciais das grandes empresas é que entendemos o poder da desinformação e porque esta Maravilha ficou tanto tempo esquecida e jogada de lado, além de perceber a resistência do ser humano a algo diferente ou incomum, vendo o verdadeiro preconceito que cega a lógica e atrapalha a evolução em todos os sentidos.
Já fizemos Trilhas, várias vezes, algumas bem difíceis como na Floresta da Tijuca ou no Parque de Itatiaia; subimos e descemos as Paineiras, Vista Chinesa e Sumaré, muitas vezes em velocidades alucinantes mas com segurança indiscutivelmente superior.
Realmente aposentei minha velha bicicleta convencional, a qual virou ferro-velho. Só consigo pensar nas pessoas que já conhecem a bicicleta reclinada e não mudaram, como sendo todas Masoquistas, Desinformadas ou Ambas. Não consigo entender como se submetem a esforços no pulso, ombros e coluna e se sentem felizes com as dores após um dia de
pedaladas; ou se arriscam a ficar estéreis ou impotentes, ou mesmo com inflamações e lesões vaginais no caso das mulheres; há muita desinformação.
A reclinada não prejudica a coluna, não força os pulsos, pescoço, ombros ou o cóccix, não causa impotência, esterilidade ou inflamações; cansa menos andando mais, facilita o trabalho do coração e é viável a quem sofre de problemas de coluna. Em termos simples é muito melhor para a saúde, além de desenvolver maior velocidade, ter melhor aerodinâmica, ser mais estável e melhor nas curvas, ter melhor meio de aceleração; e ter o mesmo tamanho da convencional.

Só posso dizer uma coisa aos que não conhecem ou aos incrédulos : EXPERIMENTEM !!!
Depois falem comigo.

1

SILVIA RODRIGUES - Designer gráfica

 

Quando o Pedro saía para mostrar as bicicletas para alguém, eu era um dos seus grandes trunfos: mulher, gordinha (argh!!), típica intelectual de óculos e que nunca tinha andado de bicicleta antes (só não era o estereótipo da nerd feminina por não ser feiosa).
Se eu podia, qualquer um pode!!

Não é preciso ser macho, nem atlético, nem esportivo e sequer já saber andar de bicicleta antes, para experimentar as maravilhas de andar em uma bicicleta reclinada.
A única coisa necessária é ser livre de preconceito. Pois isso é a única coisa que impede essa bicicleta de estourar como um enorme sucesso. É absolutamente incrível como as pessoas têm medo de sair do "normal", "comum" e "conhecido" e se arriscar a encontrar algo melhor.
Puxa, eu dei sorte!! Encontrei o melhor antes de passar pelo calvário de dores que sempre me descreveram como um mal necessário a quem quer dar
mais do que um passeio de meia-hora, de bicicleta.

Durante o ano de 1999 eu me tornei novamente a prova viva de que uma bicicleta reclinada é algo muito saudável. Mesmo com duas hérnias de disco (é nisso que dá trabalhar 10 horas por dia sentada, na frente do computador), pude continuar a andar de bicicleta, algo impossível em uma bicicleta convencional.
Claro que alguns podem dizer que eu nunca experimentei a "outra" para poder comparar... mas isso não é verdade. Já fiz mais de uma tentativa de me equilibrar em cima daquela coisa... vou acabar conseguindo, mas ela perde, e de longe, na comparação com o conforto (principalmente), segurança e
velocidade de uma bicicleta reclinada.

JOÃO ELIAS TOLEDO – Empresário

 

Foi numa manhã de domingo em 1995 que vi pela primeira vez uma bike reclinada. Passou rápido mas foi o suficiente para, naquela época, causar espanto, curiosidade e buscar informações. Saiu uma reportagem no Fantástico e outra na Revista de Domingo, no Jornal de Brasil.  Aí consegui chegar até ao Pedro e comprar minha primeira reclinada: uma Under Control que tenho até hoje (não vendo, não troco e não dou). Já foi pintada duas vezes, coloquei suspensão dianteira, banco longo com apoio de cabeça e baú de moto (muito útil para bebidas geladas ou para roupas e ventilador quando em viagem). A bike é extremamente confortável e tem vários itens de segurança (luzes, refletivos e bandeira). Meu filho, Rodrigo, aos 15 anos interessou-se pelas bikes e fez sua primeira pedalada com o grupo, ficando mordido pela “mosca azul” das reclinadas. Primeiro teve uma Speed Light, que foi trocada por uma Option e agora tem uma EXD, da qual é grande entusiasta.  Já participou de Audax e gosta de sair para percursos longos e com velocidade média alta. Também comprei uma EXD, da qual gosto muito, acho veloz e boa de subidas. A única crítica é que tendo duas excelentes bikes, agora tenho que me dividir para usá-las alternadamente, mas...     isso não chega a ser um problema, pois com qualquer das duas estou sempre muito bem montado.